quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

2012 - só alegrias!!!!

Ano Novo em Itacaré - BA

Quem ainda não conhece o sul da Bahia, aproveita e coloca na ‘listinha’ de coisas pra fazer em 2012. Tudo por ali é lindo, junta Mata Atlântica com o mar e o calor, não só do clima, mas dos baianos também! Pula aquela parte que mesmo repetindo dez vezes um pedido no bar ele ainda vem errado...o tempo de espera tá melhorando, e estando lá, o jeito é entrar no ritmo e não estressar mesmo!

Eu virei o ano em Itacaré com uma turma de queridos amigos e familiares, teve até bolo e parabéns!!! J
Além disso, é claro, pedidos escritos e jogados ao mar, com orações e os sete pulinhos (das ondas) – rsrsrsrsr...coisa de maluca! Mas tinham outros por lá!
Eu já estive em várias cidades do sul da BA e recomendo todas...em especial Itacaré, e quem quer investir mais um pouco ($$$) pode conhecer o “meu paraíso” no litoral brasileiro: vá para a Península de Maraú e fique na Lagoa do Cassange. Já fiz até poesia pra esse lugar!!!!

Aí vão algumas fotos e os mais sinceros desejos de um ótimo 2012 pra todos nós, com muita saúde, paz, amor, alegria e prosperidade! ;)


Na chegada, pôr-do-sol na praia do Costa


O astral é o máximo! Claudinha, e eu

De um dos mirantes na descida pra Itacarezinho


Prainha, a mais bonita, pra mim...


Eita vidinha mais ou menos...queria que fosse assim todo dia :) - Engenhoca


Tem de ter florzinhas sempre!!!!

Vista do alto de Hawaizinho

Esse foi o melhor dia de sol, pois além do céu azul a gente tinha a sombra dos coqueiros!
Jeribucaçu


                             Ooooohhhhhh Bahia!!!! isso é só festa...

DICAS:
- Passeios pelas prais mais distantes, pra quem não estiver de carro, passeios de escuna, Maraú, rafting, transfers: http://www.jbcturismo.com/ - falem com o Júnior. Fica na Praça dos Cachorros.

- Pousada Enseadamar, logo no comecinho da Concha, casa de família, o pessoal é super simpático! A pousada é simples, mas muito boa.

- Vocês precisam ir no restaurante árabe natural que tem na Pituba!!!! mesmo não sendo vegetarianos, todos os pratos são maravilhosos, vale a pena!
- Pra comer também tem a Tapiocaria Bem Bahia, uma delícia e cerveja "mofada" ;)

- Além disso, doce de cupuaçu e mel de cacau, tem na lojinha de chocolates que fica na Praça dos Cachorros.
** NÃO comprem o chocolate que eles dizem que é de uma fábrica em Ilhéus, custa o absurdo de R$ 150,00 o kilo!!!!!! isso mesmo, um assalto e ainda por cima não vale a pena...melhor investir nos suíços por esse preço!

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Feliz Ano Novo!!!

Queridos,

que ano difícil! espero que pra vocês não tenha sido tanto assim...mas GRAÇAS A DEUS tá acabando!!! ufa...e eu realmente acredito numa nova fase em 2012, começando com mais um ano de vida ;)

Vou citar uma mensagem que recebi por agora e que representa bem esse caminhar ao longo dos anos, fazendo nosso caminho, mesmo que tenham muitas pedras no meio. Elas fazem parte do aprendizado, essencial para o nosso crescimento, e agradeço por todas elas! Só peço sabedoria para compreender as lições e paciência para não surtar de vez em quando!

"Não vá por onde a trilha pode te levar, pelo contrário, vá por onde não há caminho e deixe a sua trilha." (R. W. Emerson)

Pra celebrar o ano novo e recebê-lo com muita alegria escolhi um lugar maravilhoso no nosso litoral: Itacaré....bora?? jogar frescobol no pôr-do-sol, tomar caipirosca de mel de cacau, comprar colarzinho riponga, curtir aquele astral, tudo de bom!! Com certeza vou garantir uma "entrada" cheia de alegria e espero que ela nos acompanhe durante todo o novo ano e nos próximos também! Amém!!!!


É esse paraíso que me espera...pena que não tão sossegado assim!
Mas aonde existe ano novo sem festa??? Até na montanha tem champanhe :)

domingo, 27 de novembro de 2011

Canyoning no Ponte de Pedra

Galera,

eu não acreditei quando me falaram que dava pra fazer...só lembrava do tamanho do vale e das quedas do rio, daquela beleza assombrosa! Pois é, mas taí, já fizeram! achei uma matéria que dá pra ter uma ideia da aventura.
Agora é só esperar a temporada de chuvas passar (SÓ!!), e encarar! só a ideia já me deixa maluca :D


É até difícil encontrar a Ponte do alto, o vale é fantástico!

sábado, 13 de agosto de 2011

Fotos!!

Galera,

postei mais fotos da travessia dos Lençois Maranhenses. Me pediram mais fotos nos posts e na medida do possível vou acrescentar também nos anteriores.
Cavalcante - Chapada dos Veadeiros

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Cavalcante – o paraíso na Chapada dos Veadeiros!

Fim de semana no paraíso!!! Literalmente, ficamos encantados =D

Eu já havia ido para Cavalcante outras vezes, mas desta vez absolutamente tudo colaborou para que a viagem fosse fantástica. Exceto, a impossibilidade de um casal de amigos participar do grupo...imprevistos de última hora.

Pôr-do-sol na estrada
O clima aqui já está muuuito seco! Fui correr hoje no parque da cidade e estava cheio de agentes da defesa civil por conta da baixa umidade. Nas trilhas do cerrado, apesar dos rios e cachoeiras, também sentimos bastante a secura e o calor, mas a certeza de um banho revigorante no final das trilhas recompensa TUDO! Sem falar da beleza contagiante da chapada.

Corredeiras, cachoeiras e flores!

Mesmo na seca há flores por todo o cerrado
Andamos por trilhas cercadas pelos paredões, céu azul e muitas flores pelo caminho. Essa é uma das coisas que mais me encanta no cerrado, a variedade de flores e árvores floridas em todas as estações do ano. Sempre há flores, mesmo no auge da seca!! Desta vez, cruzamos também com alguns pés carregados de cajuzinhos do cerrado. Bão demais!

Trilhas de cristal, cercadas pelos paredões

Cajuzinhos!!!!
Fizemos a trilha das cachoeiras do Rio Prata até a cachoeira Rei no sábado. São 63Km de estrada de terra até chegar ao início da trilha, que tem aproximadamente 7Km. Saímos um pouco tarde e com isso pegamos sol pesado o dia inteiro. Iniciamos a trilha por volta das 10h e chegamos de volta no carro às 18h. Fizemos as cinco primeiras quedas do Prata antes de seguir para a Rei, ponto final da trilha.

Segunda queda - as Três Marias

Atravessando as corredeiras

Quinta queda, aí o banho foi revigorante pra seguir pra Rei!
Lugar de poder, onde o rio deságua numa queda de ~23m, cercada de paredões cobertos de verde, de frente para uma prainha de areia branca. O rio segue depois por outras quedas até chegar num vale cercado pelos morros da chapada.

Cachoeira Rei, com a queda final cercada pelos paredões verdes!

Vista do poço da Rei de cima, com a prainha de areia branca de frente pra queda!
O visual é fantástico! Dá vontade de simplesmente "ficar"! Sem falar na cor da água do Prata, absolutamente transparente, e em geral, com o fundo de pedras ou areia e cascalhos brancos.

Vista do vale por onde segue o Prata

Cachoeira Princesa, é a continuação da Rei que segue para o vale
Depois de um dia de caminhada, imaginem a fome :/, a vontade de comer na volta! Na cidade, fomos salvos pelo ‘seu Ernades’, que mesmo bem tarde atende com pratos caseiros e comida fresquinha (e nós ainda tínhamos vinho pra acompanhar!).

No segundo dia escolhi uma trilha que há muito ouvia falar e ainda não tinha conseguido fazer. Existe uma lenda na região de que a trilha é difícil, muita subida, etc, e o povo sempre foge dela. Espero que a lenda siga para sempre, pois assim esse lugar pode permanecer maravilhoso para sempre também!! Desta vez, sem muitos alardes e com apenas 2 amigos ficou muito mais fácil decidir por ela – Ponte de Pedra!
Ponte de Pedra, ainda com tudo cinza



Ficamos todos encantados com a beleza do lugar. Chegamos e não tinha sol, as pedras cinzentas cercando tudo criavam um clima meio sombrio, mas mágico.
Rio São Domingos, dentro de uma cidade de pedras

A ponte é um portal por onde o rio São Domingos segue passando por cânions e desaguando num vale lindo, pra variar, cercado pelos paredões da chapada!

Vista do Mirante, limites do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros.
Vale do rio Montes Claros, região conhecida como Catingueiro.

Vista do cânion e das quedas do rio
Subimos para um mirante (neste ponto devemos ter um desnível de 500m), de onde pudemos ter noção da dimensão do lugar.

Curtimos muito a vista de lá, ficamos paralisados, deitados na pedra, presentes naquele momento mágico.

Quando o sol apareceu, descemos e fomos pro banho lá na ponte. O lugar se transformou, ganhou cores, e ficamos ali curtindo até a hora que realmente precisamos voltar.
Vida ao visual com o sol!
Eu e a ponte ;)
Essa trilha é muito interessante, pois começa dentro de uma mata, onde uma boa parte das espécies está identificada (tem até pau brasil!), segue mudando para os campos rupestres, onde aparecem as canelas de ema e os candombás, e nos pontos mais altos fica mais rala, com arbustos e árvores mais baixos. Do mirante avistamos uma floresta de pedras, com o enorme vão por onde corre o rio São Domingos, e depois o vale que dá vista para o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros. É deslumbrante!

Mata ciliar, início da trilha
Na subida a vegetação vai mudando








Vão do Rio São Domingos, ele passa pela Ponte e desce pelos cânions até o vale
Voltamos e fechamos a viagem com o almojanta no seu Ernades, e dessa vez teve até champagne (presente da Jaque)!

                                 Essa viagem tava muito xique J!!

João, Jaque, eu e o Paulo

Meu amigo João (paulista) deixou sua marca registrada na viagem. A gente nunca tinha problemas! Ele então, meio gripado e cansado de ter vindo dirigindo de SP pra nos encontrar em Brasília e seguir direto para Cavalcante, estava sempre dizendo: “aqui é curiiiintias, mano!”. Virou o lema da viagem!!! E olha que eu detesto futebol ;)

Minha amiga Jaqueline, mascote da turma, praticamente sem experiência em trilhas, além de ter mandado super bem, ainda filosofou muito com esta experiência, e já está usando algumas máximas da viagem na sua vida profissional e pessoal.

As dádivas da natureza e essa vivência são coisa que não têm preço!!!


Aos que podem ir para a chapada na próxima semana (20-27/agosto) aproveitem as festividades das comunidades kalungas, e também tem um festival de música e artes em Cavalcante! Eu queria muito voltar, mas...

                                              Enfim, ADOREI!!

DICAS:
-      Nunca economizar na água, principalmente se for na seca. E claro, protetor solar!
-      Se tiver dificuldades com a travessia dos rios ou com as descidas mais íngremes leve bastões de caminhada;
-      A Pousada Morro Encantado nos acolheu super bem, com quartos espaçosos e um bom café da manhã;
-      Adoramos nosso guia, o Paulo Morais (62 9612 6812). Altíssimo astral, colaborou com mais um rit da viagem: pireeeeeeeeeeeeeeeei!
    Ahhh, também tem o 'esparrado'! Haja visual esparrado nesse paraíso!
-      Em toda a trilha não encontramos nada de lixo, preserve e cuide o máximo possível deste paraíso.

GEOGRAFIA:
Perguntei ao Paulo sobre o rio que passa sob a ponte, pois li que era o São Domingos, mas o vale era do rio Claro, daí veio a pesquisa sobre os rios que cortam a região: 

O rio é o São Domingos mesmo que passa sob a ponte. Ele nasce dentro do Parque Nacional, passa a Ponte de Pedra, cai no cânion e segue pelo Catingueiro. Depois recebe o rio Montes Claros e enfim chega a desaguar no Rio Claro, sendo que este último deságua no Rio Preto (Atrativos do Parque Nacional e divisa de estados Cavalcante/Alto Paraíso/Colinas do Sul). O Rio Preto, finalmente, cai no Rio Tocantis.
 "...que se une ao Araguaia no extremo norte da bacia hidrográfica. O Tocantins desemboca no rio Pará, que corre ao sul da ilha de Marajó e pertence ao estuário do rio Amazonas. Considera-se o rio Pará como um paraná, isto é, um braço do rio Amazonas que recebe as águas do Tocantins (ou um canal de ligação entre os dois rios)..." E por aí vai...(Wikkipedia). 




quinta-feira, 30 de junho de 2011

Serra Fina - A Travessia! 23 a 25/junho/11

É sem dúvida uma das mais bonitas e difíceis travessias do Brasil! Fizemos a travessia em três dias (a maioria faz em quatro), isso exige um bom condicionamento físico, nada para principiantes! Mas, cruzamos com o Gabriel no segundo dia...primeira vez na montanha, com apenas 15 anos, lencinho na cabeça e o pessoal falando ‘bora Gabriel, vamos!’ Não sei o que aconteceu com ele...com certeza ralou muuuuuuuito, mas animou a galera, que o motivava!! Se o Gabriel tava lá, a gente também dava conta!!! :D

Ganhando os 1.000m do 1° dia

É importante ir com alguém que já conheça a travessia, ou ter um tracklog atualizado e boas noções de navegação. Em alguns trechos não existe uma trilha bem definida e é fácil se perder nos altos capins de anta ou nas matas de bambus. A vegetação é bem fechada e dificulta não só a passagem, mas o reconhecimento do caminho a seguir. Mesmo nas pedras é bom ficar atento aos totens.

Subindo vencendo a vegetação, muito bambuzal!

Também é importante ter um bom planejamento para a travessia, pois a escassez de água no percurso complica as decisões sobre os pontos de acampamento e deixa alguns dias bem mais pesados. A trilha segue pelas cristas das montanhas e são poucos os pontos com água. Isso faz com que tenhamos de carregar pelo menos três litros de água entre os pontos de abastecimento (tivemos apenas 3 pontos, contando com a partida!).

Começamos a trilha pela Toca do Lobo em Passa Quatro (MG) por volta das 10h e acampamos num local chamado Maracanã, depois do famoso Capim Amarelo, onde a maioria do pessoal acampa. Neste dia já ganhamos um desnível de quase 1.000m, e é só subida!

Subindo...(Foto Francisco Gondin)

Até nosso acampamento não encontramos água, então tivemos de levar toda a água para o primeiro dia, e para café da manhã e uma parte do segundo dia, até encontrar água novamente.

Amanhecer do 2° dia, no Maracanã

Cume da Pedra da Mina com o maciço das Agulhas Negras no fundo

Quase não ventava no cume...olha só o cabelo!

O próximo ponto com água foi antes da subida para a Pedra da Mina, o ponto mais alto da travessia – 2.798m. Descemos do cume, que nos recebeu com um vento gelado, e seguimos em direção a um capinzal da nossa altura, cortado pelo Rio Verde. Aí sim era um campo de capim amarelo (ao contrário da região por onde passamos chamada de Capim Amarelo), talvez o único lugar plano de toda a travessia!!

Segundo acampamento, no meio do capim e da friaca!!

Achamos um lugar para acampar e fomos pegar água para nos reabastecer. Para a nossa surpresa, no final do dia (~17h) ainda tinham blocos de gelo no riacho...nem preciso dizer que passamos uma friaca danada nesse lugar!!!!

Olha aí o gelo no riacho...(Foto Cláudia Bessa)

Acho que fez menos que -5°C durante a noite, pois acordamos por volta das 4:30h e dentro da barraca marcava -3°C! Foi literalmente congelante sair do saco de dormir, vestir a roupa gelada e encarar todas as tarefas de desmontar acampamento, sem falar que o vale estava completamente coberto pela geada e nada de sol!

A gente passava pelo capim com ele todo branco e gelado, procurando o caminho, e meus pés congelando! Bate aquele desespero por calor até conseguir pegar um sol, dá vontade de sair correndo pra esquentar. Com o sol (UFA!!!!), aí tudo começa a voltar, os dedos dos pés, as mãos, e logo já vem as subidas pra gente esquentar e começar a tirar as camadas de roupas!

Não é fácil...são extremos de temperatura, sobe e desce constante, sempre exigindo bastante esforço, e, claro, com a cargueira pesada nas costas!

Simples assim J

Visual com as nuvens

O terceiro dia foi o mais puxado de todos, pois definimos a logística do segundo acampamento com base num lugar com água para acampar. Acordamos às 4:30h congelando e paramos de andar no sítio do Pierre em Itamonte (MG) às 19:15h...nem preciso falar que meus pés estavam pedindo socorro!!

Não tem nada leve na Serra Fina! neste dia então subimos o Cupim de Boi (2.530m), o Pico dos Três Estados (2.656m), depois o Alto dos Ivos (2.513m), e é só subida íngreme ou descida íngreme o tempo todo! Além desses cumes citados fizemos vários outros, era cume o tempo todo, pois estávamos andando pelas cristas da serra, que é realmente fina!

Subida pro cume do Pico dos Três Estados

Essa aí de longe parece bem complicada, mas não é...subida pro cume dos Ivos
(atenção pros pontinhos subindo na pedra!!)

O visual normalmente tem as nuvens lá em baixo, e por cima só as montanhas mais altas da região. Em alguns momentos limpa tudo e é possível ver todo o Vale do Paraíba, o maciço das Agulhas Negras e alguns picos da Mantiqueira. É muito lindo!!! Demos muita sorte de pegar tempo bom e muita visibilidade. Ainda bem...caso contrário eu já havia descoberto (2009) que é missão impossível fazer esta travessia!

Visual das cristas por onde passamos...

Uma das paisagens mais bonitas é a do Picu no meio das montanhas! Adoro este visual de várias camadas de montanhas com as cores variando J!!

Picu

Foram três dias de muito visual, com uma turma fantástica (CEB), mas bem cansativos mesmo!

Aí vão algumas dicas:
1.   Vá com um guia ou estude bem o caminho e as estratégias para acampar e pegar água. Nos feriados é comum encontrar mais gente, e os pontos de acampamento são pequenos.
2.   Não economize nas roupas de frio! Melhor, tenha bons equipamentos! Acampando no alto tem um vento cortante, acampando no vale é mais úmido e congelante. Afinal, estaremos acima de 2.500m.
3.   Defina a logística e o tempo de travessia de acordo com o seu condicionamento físico e com o do grupo.
4.   Cuidado com a água! Use purificador. Um colega do grupo tinha um isotônico com vitaminas em capsulas (Suum), eu não conhecia! Muito bom, e eu já vi isso salvar muita gente em expedições mais pesadas.

                                        APROVEITEM!!!!!!

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Travessia da Serra Fina

Pra quem já tá me cobrando "cadê a próxima aventura???" - fiquem de olho - semana que vem blogo a travessia da Serra Fina que farei neste feriado (23-25/jun) com os amigos do Clube Excursionista Brasileiro (http://www.ceb.org.br/).

Meu blog sobre o Caburaí sai na próxima edição do boletim deles, e vale conferir a programação no site!


Pedra da Mina (2.798m) - 12/06/09